Percebi uma coisa: eu adoro rir da cara da humanidade - aquela que me cerca! Sabe quando você diz uma frase, faz uma piadinha ou até mesmo não diz nada, mas seu silêncio é compreendido por uma pessoa e todas as outras não se ligam, não percebem!? Não precisa muita coisa não! Basta uma palavra e você saca na hora que a mensagem foi recebida. Ou basta uma palavra pra entender que foi pra você. Eu tento. Juro que eu tento me fazer de morta, que não percebi, que não foi comigo,mas tem hora que não dá. Fico morrendo de medo de minhas bochechas quase entrando em erupção me entregarem, mas elas não vão jogar contra mim e estragar tudo né!? (Eu espero!)
E sabe o que é melhor? Depois lembrar desses momentos e ficar rindo sozinha!
Dias de alegria. Dias de muito trabalho. Dias de muita preguiça. Dias de liberdade. Dias de lágrimas. Dias de inquietação. Dias de esperança. Dias de vontades. Dias... Eu? De todos eles!!
sábado, 5 de dezembro de 2009
Há!!
Percebi uma coisa: eu adoro rir da cara da humanidade - aquela que me cerca! Sabe quando você diz uma frase, faz uma piadinha ou até mesmo não diz nada, mas seu silêncio é compreendido por uma pessoa e todas as outras não se ligam, não percebem!? Não precisa muita coisa não! Basta uma palavra e você saca na hora que a mensagem foi recebida. Ou basta uma palavra pra entender que foi pra você. Eu tento. Juro que eu tento me fazer de morta, que não percebi, que não foi comigo,mas tem hora que não dá. Fico morrendo de medo de minhas bochechas quase entrando em erupção me entregarem, mas elas não vão jogar contra mim e estragar tudo né!? (Eu espero!)
E sabe o que é melhor? Depois lembrar desses momentos e ficar rindo sozinha!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O que pode vir a ser - parte II
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Lembra que eu disse lá em cima que João achava que ele só foi "de Domiciano"? É... era o que ele achava. Para Marta, ele também já tinha sido dela.
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Sentado debaixo do pé de Algaroba no descampado João viu uma nuvem de poeira se levantar lá no fim da estrada. Cada vez mais perto.
- Num tá com a gota que isso seja um cavalo correndo pra levantar essa poeira toda não... - falou pra ele mesmo em voz alta.
Parou de quebrar o galho seco que tava na mão e apertando os olhos pra ver se via melhor ficou se esticando. É quando passa feito lebre correndo no mato aquele bichão preto que logo depois se escondeu de novo atrás da poeira. E João foi atrás. Os pés descalços nem ligavam mais pro calor do chão nem pras pedras da estrada. Com suor escorrendo e respiração ofegante, parou quando viu que tinha uma cerca. Pelas frestas da porteira ficou só olhando a poeira voltar pra onde saiu. O carro parou em frente a escadaria da casa. Nunca tinha aparecido um daquele na região. Se o filho de Seu Neca da Venda visse aquilo ia ficar se roendo... Justo ele que jura que aquele Chevete enferrujado é carro.
Primeiro saiu um homem bem vestido. Uma roupa toda engomada que até parecia roupa de ir pra missa no domingo. Ele abriu a porta pra uma mulher com um vestido cumprido, cheio das rendas e dos babados. Bonita ela. Parecia que dentro do carro dela num tinha vento porque não tinha um fio de cabelo fora do lugar. Depois que ela desceu deu a mão pra uma menina e foi aque João coçou os olhos... a boca foi abrindo devagar sem que ele percebesse. Ficou paralisado.
- Ouxe... e num é que anjo existe mermo...
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00h05
domingo, 29 de novembro de 2009
Não é bem assim...
VIRGEM – 23/08 a 22/09
Você é metido a perfeccionista, observador e detalhista. Gosta de analisar e gerenciar tudo. Essa sua maldita mania faz de você um burocrata insuportável. Você é um bitolado e não tem nenhuma imaginação ou criatividade. Gosta mesmo é de tomar conta da vida dos outros. Critica os outros, “mete o pau”, mas não enxerga o próprio rabo. Quando as pessoas dos outros signos do zodíaco preenchem aquele maldito formulário de quinze vias carbonadas, de cinco cores diferentes, que devem ser batidos à máquina, elas não tem dúvida: só pode ser um virginiano que fez. Profissões típicas do virginiano: funcionário público, montador de quebra-cabeças, contador de clipes.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Fazer o bem
sábado, 21 de novembro de 2009
...E mais um...
Carnaval, São joão, Páscoa, vestibular. Todo ano tem. E todo ano tem dia 21 de novembro também. Faz seis anos que essa data passou a existir no meu calendário. Já falei dela aqui ano passado e tenho certeza que vou falar no ano que vem, e no outro e no outro.
E sabe o que mais me dói? (sim, ainda dói)É que parafraseando o velho Tim "aquele adeus não pude dar"... Não pude dizer muitas coisas. A gente sempre acha que somos donos do tempo, que ele fica lá, à nossa disposição. Apesar de inúmeros problemas, a gente tinha planos e metas. E foi ele mesmo quem disse: "depois de ter gastado tanto contigo só posso morrer depois que lhe ver formada". E meu pai não cumpriu o combinado. Morreu no começo do caminho.
Ele não viu eu me formar, não viu minha irmã casar, não viu a neta linda que ele tem, não viu o homem lindo, responsável e esforçado que meu irmão tá se tornando. Aí alguém vai dizer "mas ele tá vendo tudo". Não como a gente queria que fosse...
Mas, algumas vezes, as coisas não são como queriamos que fosse.. e ele se foi. Mas todo ano fica a mesma sensação, as mesmas lembranças, as lágrimas. E nesse caso nem tem consolo. Ano que vem tem mais.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Doce terrorismo
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Não custa, né?!
sábado, 7 de novembro de 2009
O que pode vir a ser
João Pessoa, 31 de julho de 2009
Sexta-feira, 23h24
(Trilha: Siba e a Fulurosta do Samba)
Como já é sabido, as palavras que se seguirão não são começo, nem meio, nem fim. Talvez elas nem sejam essas futuramente. Mas ideia é feito chuva no sertão, quando chega tem que correr, pegar as latas e encher o máximo que se pode. Nunca se sabe quando nem o quanto elas vão chegar de novo...
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João de Domiciano. Como todo sertanejo, João também era de alguém. É bem que verdade que ele teve mais sorte que Seu Francisco que era de Dona Josefa Vassourinha, coitado... E pior que é não tinha nem como ciscar e dizer que não o chamassem assim. Tem coisa que é igual chapéu na cabeça de peão, não tem quem tire. Fazer o que né... Cada um com sua sina. Mas o que é que a gente tava falando mesmo? Ah... de João. O de Domiciano.
Foi na frente da cova do pai que ele percebeu isso. Que a única pessoa de quem ele foi na vida, vida não tinha mais. Percebeu também que essa tal de vida era uma bichinha danada. Pra ele ter a dele, a mãe perdeu a dela. Olhando pra cicatriz na mão direita João teve a certeza de que era por isso que o pai sempre judiava dele. Sabe Deus o que teria acontecido se João não tivesse colocado a mão na frente na hora que Seu Domiciano rodou a faca no ar. Ele se lembra de tudo em câmera lenta. Vê a cicatriz e ouve o som da faca cortando o ar e depois a pele dele. Dava até pra ouvir o som do sangue escorrendo de um lado. E do outro...
- Você vive escapando, seu desgramado! A vida parece que gosta mermo de você...e parece que não gostava de Mariana... a minha Mariana... tão boa que era abriu mão da vida dela pra tu poder nascer... um traste...era... era pra vida ter escolhido a dela...a da gente..."
A faca tremendo numa mão e a outra não conseguiu mais segurar a garrafa de pinga. Foi vidro pra tudo que é lado. Foi depois disso que João decidiu que não seria mais de Domiciano. Ele agora ia ser do mundo.
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Não assim...
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